Notícias

27 de Fevereiro de 2017
 

O CÂMBIO E A COMPETITIVIDADE DAS EXPORTAÇÕES BRASILEIRAS DE PRODUTOS DE MADEIRA – IVAN TOMASELLI PARA REVISTA REFERENCIA – FEV/2017

Pode-se observar que existe uma baixa correlação entre a flutuação cambial e a evolução das vendas de produtos de madeira para o mercado externo em 2016.

Acesse artigo completo: tomaselli_referencia_fevereiro_2017

27 de Fevereiro de 2017
 

ANÁLISE MERCADOLÓGICA DA STCP PARA A REVISTA ELETRÔNICA B.FOREST – FEVEREIRO/2017

Expectativa permanece baixa para recuperação da economia nacional a curto prazo.

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16 de Fevereiro de 2017
 

STCP CONCLUI PLANO DE MANEJO DA APA IGARAPÉ GELADO NO PARÁ

No dia 14 de fevereiro, a STCP entregou ao Conselho Consultivo da Área de Proteção Ambiental do Igarapé Gelado – PA, o resumo do Plano de Manejo da referida APA, concluindo assim os trabalhos iniciados no final de 2014.

A reunião foi conduzida pelo ICMBio, e a apresentação do processo de construção do Plano de Manejo foi feita por Michela Scupino, Gerente da Unidade de Meio Ambiente da STCP.

 

2 de Fevereiro de 2017
 

STCP É CONTRATADA PARA ELABORAÇÃO DE PLANOS DE MANEJO DO PARQUE ESTADUAL DA SERRA DO TABULEIRO

Serra do Tabuleiro. Foto: Fatma

O presidente da Fundação do Meio Ambiente (Fatma), Alexandre Waltrick Rates, assinou nesta quarta-feira, 1º, o contrato para a elaboração dos planos de manejo dos parques estaduais do Rio Vermelho e da Serra do Tabuleiro, na Grande Florianópolis. Também foi assinada a regularização fundiária do parque do Acaraí, em São Francisco do Sul.

Os editais para escolha das empresas que farão os planos de manejo foram lançados no primeiro semestre de 2016. As equipes da Fatma avaliaram o preço e também a parte técnica. A responsável pela análise do território da Serra do Tabuleiro é a STCP Engenharia de Projetos Ltda., de Curitiba, que terá 11 meses para concluir o trabalho. O valor a ser pago pela Fatma é R$ 584 mil. O grupo Engetc, de Campo Mourão, fará o plano de manejo do Parque do Rio Vermelho em um prazo de 13 meses. O valor a ser pago é R$ 324 mil. “Elaborar esses documentos é tirar efetivamente as unidades de conservação do papel. É legislar sobre o que pode ou não em determinadas áreas do parque”, explica o presidente da Fatma, Alexandre Waltrick Rates.

Regularização

Além da elaboração dos planos de manejo, também foi assinada a regularização fundiária do Parque Estadual do Acaraí. O processo será feito pela Engemab, de Florianópolis, que terá 11 meses para concluir os trabalhos. “O Acaraí é de proteção integral e assim que foi criado, toda a área passou a ser de domínio público, necessitando que os proprietários das terras fossem indenizados”, informa o gerente de Unidades de Conservação, Gilberto Morsch. Os estudos e processos custarão R$ 670 mil. Para as indenizações, estão disponíveis R$ 12 milhões. Todos os recursos são provenientes de compensações ambientais.

Além do presidente e do gerente, participaram do encontro o diretor de Proteção dos Ecossistemas, Rogério Rodrigues, o presidente da comissão de licitação, Ricardo Maurino Melo, e a gerente de projetos da STCP, Michela Cavilha Scupino.

Fonte: Governo do Estado de Santa Catarina

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