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STCP REALIZA OFICINA DE DIAGNÓSTICO PARTICIPATIVO PARA ATUALIZAÇÃO DO PLANO DE MANEJO DA APA ESTADUAL DA ESCARPA DEVONIANA EM PONTA GROSSA

25 de abril de 2023 Por Marketing STCP
STCP REALIZA OFICINA DE DIAGNÓSTICO PARTICIPATIVO PARA ATUALIZAÇÃO DO PLANO DE MANEJO DA APA ESTADUAL DA ESCARPA DEVONIANA EM PONTA GROSSA

No último dia 18 aconteceu a primeira oficina consultiva sobre a revisão do Plano de Manejo da APA Estadual da Escarpa Devoniana, no Centro de Cultura de Ponta Grossa, realizada pela STCP Engenharia de Projetos. A STCP foi empresa vencedora da licitação do Instituto Água e Terra – IAT, para a elaboração e revisão de dez Planos de Manejo de Unidades de Conservação (UC).

Em apoio ao IAT, órgão gestor da APA, vinculado à secretaria estadual do Desenvolvimento Sustentável e contratante técnico da STCP, foi iniciado o processo de construção coletiva da revisão do Plano de Manejo da Área de Proteção Ambiental (APA) da Escarpa Devoniana. É a maior Unidade de Conservação (UC) do Paraná com quase 400 mil hectares distribuídos por 13 municípios.

A Escarpa Devoniana marca a divisa do primeiro e o segundo planalto paranaense com grandes paredões rochosos e estende-se de norte a sul, próximo à divisa com o estado de São Paulo, até o rio Iguaçu, quase nos limites com o estado de Santa Catarina. Ocupa uma área de 392,3 mil hectares e abrange áreas dos municípios de: Arapoti, Balsa Nova, Campo Largo, Carambeí, Castro, Jaguariaíva, Lapa, Palmeira, Piraí do Sul, Ponta Grossa, Porto Amazonas, Sengés e Tibagi.

Durante o encontro, que reuniu representantes do Poder Público, sociedade civil organizada, universidades, pesquisadores, cooperativas e instituições ligadas ao meio ambiente, foram coletadas informações sobre a realidade atual da UC e, com base nesse diagnóstico participativo, será atualizado o Plano de Manejo da APA, indicando caminhos para o planejamento da gestão da UC.

Sergio Sakagawa, consultor ambiental da STCP, coordenador/mediador da oficina, destacou que um dos principais gargalos da gestão de uma APA é conciliar o desenvolvimento socioeconômico da região e a qualidade ambiental da Unidade de Conservação. “Desenvolvimento socioeconômico não pode ser antagônico à conservação ambiental, um depende do outro. É nessa formatação que esperamos chegar a partir desta primeira oficina, buscando melhorar o que já funciona e ajustar o que não está funcionando”, disse. A equipe STCP ainda contou com os consultores Sérgio Morato (biólogo), Aline Martinhago (geógrafa) e Mariana Vieira Calixto (engenheira ambiental) na condução dos trabalhos.

O planejamento e desenvolvimento dos trabalhos teve início em dezembro de 2022, focado no diálogo e na construção participativa para o desenvolvimento social, ambiental e econômico das Unidades de Conservação, em linha com os princípios e diretrizes do desenvolvimento sustentável.

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